
Jesus nos ensina a rezar o Pai nosso (Mt 6,7-15), e nos traz lições significativas.
A oração não tem sua eficácia no excesso de palavras, e sim na sinceridade do coração.
Ensina-nos a chamar a Deus de Pai. Revela-nos um Pai amoroso que se aproxima de nossa fragilidade, que gera intimidade.
O 'pão' deve ser pedido a cada dia. Para não gerar acúmulo ou desperdício. "Dá-me somente o necessário. Não em demasia para que me torne orgulhoso, ache que não precise mais de ti; ou que eu não passe pela miséria, e me revolte contra ti" (Pv 30,8-9).
'Perdoai as nossas ofensas'. Só entendemos nossa miséria espiritual a partir da misericórdia divina. Na certeza de que somos amados e perdoados.
O perdão não é esquecimento, nem merecimento. É assepsia da alma. Liberta-nos das amarras do ódio, do desejo de vingança, nos devolve a paz interior. Não passa pela humilhação, pela punição do outro. Sem o perdão adoecemos física e emocionalmente.
Como anda a qualidade de sua oração? Você cultiva perdão ou ódio no seu coração? Agradece pelo pão cotidiano ou reclama demais?