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Justiça condena grupo criminoso por esquema para inserir notas falsas de R$ 200 em Campina Grande

Os três homens foram condenados a penas de 7 anos de prisão por introdução de moeda falsa e associação criminosa.

Por: Redação Fonte: Jornal da Paraíba
25/02/2026 às 19h59
Justiça condena grupo criminoso por esquema para inserir notas falsas de R$ 200 em Campina Grande

A Justiça Federal na Paraíba condenou três homens por fazerem parte de um grupo criminoso que se especializou em inserir notas falsas de R$ 200 em estabelecimentos comerciais de Campina Grande e outras cidades próximas. A decisão foi da 4ª Vara Federal, após denúncia do Ministério Público Federal da Paraíba (MPF-PB).

Os três réus foram condenaods pelos crimes de associação criminosa e moeda falsa. As penas fixadas foram de: 6 anos e 5 meses de reclusão; 7 anos, 6 meses e 10 dias de reclusão; 5 anos e 2 meses de reclusão, respectivamente. O regime inicial é o semiaberto. Cabe recurso da sentença.

O Jornal da Paraíba não conseguiu localizar a defesa dos suspeitos até a última atualização desta matéria.

Conforme o processo, a estratégia dos condenados consistia em escolher lojas movimentadas para comprar produtos com notas falsas de R$ 200 e receber o troco em dinheiro verdadeiro. A Justiça Federal informou que as cédulas eram utilizadas em compras de baixo valor para garantir que a maior parte do dinheiro retornasse em dinheiro verdadeiro.

Um dos episódios citados pela Justiça aconteceu em 25 de setembro de 2023, quando o plano foi colocado em prática pelos acusados em lojas de fast food, chocolates, restaurantes, farmácias e perfumarias, localizadas em shoppings de Campina Grande. Sete cédulas falsas foram introduzidas em circulação em poucas horas e o esquema só foi interrompido após a prisão em flagrante de um dos integrantes em um dos estabelecimentos.

Na época, com a prisão, imagens de segurança registraram o momento em que o veículo utilizado pelo grupo se aproveitou para sair do local. Mesmo após a fuga, os suspeitos foram identificados.

A Polícia Federal também foi acionada à época para realizar perícia nas notas falsas e concluiu que elas foram produzidas por meio de impressão por jato de tinta e apresentavam simulação de fio de segurança, marca d’água e elementos fluorescentes. O laudo concluiu que não se tratava de falsificação grosseira: as cédulas tinham qualidade suficiente para enganar o usuário comum.

Celulares dos suspeitos foram apreendidos também e apontaram crimes não somente em Campina Grande, mas também em João Pessoa. O grupo também atuava no Rio Grande do Norte, em Natal e Caicó.

As notas falsas apreendidas serão inutilizadas e encaminhadas ao Banco Central para destruição.

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